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27/09
2018

SETEMBRO CHEGANDO AO FIM, MAS O SINAL AMARELO DEVE SE MANTER ACESO


Atenção. Essa é a ação que a cor amarela ordena.

Empatia e acolhimento. Essas são as ações que a preservação da vida sugere.

A campanha Setembro Amarelo vem chamar a atenção para algo que muitos, erroneamente, acham que é apenas querer “chamar atenção”.

Tentativa de suicídio é coisa séria. E muito mais recorrente do que se imagina.


Segundo estatísticas da Organização Mundial de Saúde, mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida por ano, sendo a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, no mundo inteiro.


No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade por suicídio tem aumentado significativamente a cada ano. E, infelizmente, está cada vez mais perto de cada um de nós, de colegas de trabalho a entes queridos.


Fatores sociodemográficos e psicossociais lideram os gatilhos para tal atitude, que estão longe de ser “fraqueza” ou coisa de “gente louca”.


Instabilidade conjugal, violência domestica, histórico de abusos físicos ou sexuais, orientação homo ou bissexual, perda afetiva, aposentadoria, desemprego, isolamento social, baixa autoestima, bullying, além de doenças e transtornos mentais, são alguns dos fatores de risco listados pelos profissionais que lidam diariamente com esses casos, sendo o índice maior entre homens e nas faixas etárias adolescência/juventude (15 a 29 anos) e terceira idade (após 70 anos).


Atenta a essa realidade, a Plus Santé Emergências Médicas, empresa que há 17 anos se destaca no mercado por seu propósito de, literalmente, abrir caminhos para a vida, se posiciona a respeito:


“Neste período do ano, muito mais que levantar a bandeira da Campanha Setembro Amarelo, acreditamos que é preciso falar abertamente e profundamente sobre o tema. Quanto mais informação clara e de fácil acesso a população tiver, menos resistência as pessoas terão ao tema e consequentemente, menos casos figurarão o ranking do próximo ano” diz Mauren Colombo, Diretora da empresa, que investe continuamente em treinamento de qualificação técnica para sua equipe lidar com tal situação, além de todo reforço de aspecto comportamental para continuar sendo reconhecida no mercado como a empresa com atendimento mais preparado e humanizado.


Mas a pergunta que fica é como na prática o cidadão comum, não profissional, pode ajudar alguém próximo de si, que possa estar passando por essa situação?


Primeira dica: Acenda o sinal amarelo!


Segundo a Dra Caroline Batschke, médica psiquiatra que lidera o treinamento sobre o tema na Plus Santé, estar atento e verdadeiramente interessado é fundamental.


“Os sinais que antecedem uma tentativa de tirar a própria vida, costumam ser parecidos na maioria dos casos e exigem sensibilidade do familiar ou amigo para perceber e ajudar efetivamente. Fique atento aos sinais amarelos mais comuns no comportamento:


  •        Frases de alarme como “Não aguento mais, queria sumir”, “Me sinto um peso, um fardo”.
  •        Mudanças inesperadas de comportamento, como isolamento, inquietude, perda de vaidade, dormir demais ou de menos.
  •        Uso de drogas, inclusive álcool em excesso.
  •        Sintomas característicos de depressão.
  •        Melhora repentina de estado deprimido para otimista, eufórico, pode ser uma forma de mascarar a atitude em planejamento.

Importante também pensar nos “sinais verdes” como fatores de proteção que evitam caminhar para este cenário:


  •        Retirar acesso a ferramentas potencialmente destrutivas em casa como objetos perfurocortantes (giletes, facas, etc).
  •        Não deixar o paciente sozinho e evitar portas trancadas.
  •        Estimular a integração e bom relacionamento em grupos sociais (colegas, amigos e vizinhos).
  •        Prática religiosa e outras práticas coletivas (clubes esportivos, grupos culturais).
  •        Despertar senso de responsabilidade em relação à família.
  •        Amigos e familiares se disponibilizarem a apoiar as necessidades e aconselhar em caso de decisões importantes.
  •        Estimular abertura a compartilhar a experiência com outras pessoas.
  •        Cuidar com a regularidade de sono.
  •        Estabelecer uma boa relação terapêutica.
  •        Buscar ajuda médica especializada com acompanhamento da família.
 

Mas acima de tudo, se você quiser se conectar verdadeiramente com a pessoa que está inclinada a esse comportamento, terá que assumir uma postura acolhedora, empática (ou seja, colocar-se no lugar do outro), nunca estigmatizar, depreciar, e acima de tudo, respeitar e demonstrar interesse genuíno em ajudar” – conclui Dra Caroline.

 



SETEMBRO CHEGANDO AO FIM, MAS O SINAL AMARELO DEVE SE MANTER ACESO




31/08
2018

ATENDIMENTO DE EMERGENCIA - ENFERMEIRO SOCORRISTA ELYSON



A equipe da Plus Santé trabalha com muito carinho e atenção, e muitas vezes, estabelece uma relação mais profunda com seus clientes, em atendimentos de emergências que nos marcam e sensibilizam.

Hoje o enfermeiro socorrista Elyson Santos compartilha conosco o atendimento de emergência realizado em nossa ambulância que mais lhe marcou e como é o trabalho de um enfermeiro socorrista em ambulância.






31/08
2018

Atendimento de Emergência - Socorrista Juliano



A equipe da Plus Santé trabalha com muito carinho e atenção, e muitas vezes, estabelece uma relação mais profunda com seus clientes, em atendimento de emergência que nos marcam e sensibilizam.

Hoje o socorrista Juliano de Macedo, que trabalha há 2 anos em nossa empresa, compartilha conosco o atendimento de emergência realizado em nossa ambulância que mais lhe marcou.






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Dr. Miguel Mariano Marzinek
Diretor Técnico Médico
CRM 16.675

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